ELEIÇÃO SUPLEMENTAR
Sachetti diz que avalia composição com Pivetta para vaga ao Senado
02 de Janeiro de 2020, 14h34
Ex-prefeito de Rondonópolis (MT) e ex-deputado federal, Adilton Sachetti (Republicanos) admitiu que pode recuar da pretensão de ser candidato ao Senado na eleição suplementar que ocorrerá em 2020 em decorrência da cassação do mandato de Selma Arruda pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder e econômico e caixa 2 na campanha eleitoral de 2018.
Sachetti não esconde a possibilidade de uma composição com o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), que nos últimos dias admitiu ser candidato ao Senado. Nos bastidores, se comenta que o empresário José Aparecido dos Santos, o Cidinho (PL), pupilo de Blairo Maggi, é um dos cotados para ser o primeiro suplente.
Em tom amistoso, Sachetti explicou que não pretende entrar em rota de colisão com Pivetta. "Não posso ser candidato sozinho. O Pivetta tem minha total admiração e respeito. Se ele confirmar a candidatura, nós vamos discutir uma convergência. Há sim possibilidade de caminharmos juntos neste projeto", afirmou Sachetti.
Outro nome cotado para concorrer ao Senado na eleição suplementar é o deputado federal José Medeiros (Podemos). O parlamentar exerceu o mandato de senador por quatro anos, logo após Pedro Taques renunciar ao Senado para tomar posse no cargo de governador de Mato Grosso em janeiro de 2015.
O Partido dos Trabalhadores (PT) avalia uma possibilidade de aliança com o PSB para definir um candidato. Os nomes cotados pelos petistas são Carlos Abicalil e os deputados estaduais Lúdio Cabral e Valdir Barranco.