Amor, muito mais que sexo!
02 de Maio de 2013, 14h54
O amor envolve paz, harmonia. Estar com a pessoa amada, é sinônimo de que essa pessoa não é um objeto, mas que ela é especial. Ao contrário do amor, sexo é um magnetismo em que os jovens contemporâneos buscam de forma desenfreada...
Porém quando encontrar o amor, essa ação muda. Quando vemos um jovem falando isso e aquilo, logo podemos concluir que ele é carente de amor, ou seja, o amor ainda não aportou nele, por isso está em busca, e assim vai de uma em uma até encontrar.
Equilíbrio e aconchego é sinal de amor. Agitação e desequilíbrio é sinal de sexo. Temos como exemplo a comparação entre um senhor de idade e um jovem. O jovem, por ser governado pela sexualidade, é todo voltado para a adrenalina. Já o idoso é mais calmo, sereno, porque conhece o amor e tem o empirismo.
A pacificidade do amor se dá fisicamente na ternura e se manifesta de modo qualitativo. Sexo é excitação, sua manifestação deseja-se na presença de quantidade e somente o físico.
O sexo, por ser mais forte na categoria masculina, divide a mulher em dois padrões: as para casar e as para transar. Embora estejamos em pleno século XXI, ainda se coloca a mulher em uma esfera inferior, infelizmente!
Na questão do sexo, o homem é dirigido a um "objeto". Já a mulher, requer companheirismo, deseja amar e ser amada. O que menos quer é ser usada... Mas o homem, também, quando encontra o amor, almeja amar e ser amado. Se o sexo, na concepção de alguns é mutável, o amor é imutável, perene!
Logo, se sexo é só desejo carnal, e o amor é o companheirismo, então quando o sentimento ultrapassar o físico atingindo o metafísico, veremos que o amor e o sexo, quando ambos se perpassam, caminham juntos, é algo magnífico e belo, porque tudo o que o amado deseja para a amada é o seu bem estar, gerando assim valor e realização na pessoa companheira, sem querer usufruí-la, só a seu bel prazer!
Em suma, quanto mais nos familiarizarmos com a nossa sexualidade, tanto mais livres e felizes seremos. Ser feliz é podermos agir com liberdade. Ser livre é ter controle de si próprio. E a felicidade se dá na medida em que vemos a pessoa que está do nosso lado satisfeita!
Alecio Borges dos Santos.
Graduado em Filosofia.
Pós graduado em Sociologia.
E cursando o 3° semestre em História.