Mato Grosso pode ter 'bancada rondonopolitana' no Senado
02 de Julho de 2014, 09h20
A se manter a configuração das candidaturas anunciadas até aqui, Rondonópolis pode viver no ano que vem a inédita situação de ter três senadores da República com base no município. Além de Blairo Maggi (PR), que apesar de morar em Cuiabá ainda é considerado rondonopolitano, há a possibilidade da eleição de Wellington Fagundes (PR) e, caso Pedro Taques vença a disputa pelo Governo, a vaga no Senado passará ao primeiro suplente, o patrulheiro José Medeiros - também do município.
A possibilidade de uma 'bancada rondonopolitana' no Senado também é comemorada com entusiasmo por lideranças de outros municípios da região Sul, que foi praticamente esquecida pelo governos Federal e Estadual nos últimos anos.
Mas é bom dizer que o simples fato de termos 'conterrâneos' em número maior no Senado não é, por si, garantia de que teremos mais atenção do Poder Público. É preciso também vigilância do eleitorado e cobrança das autoridades locais. Do contrário, Rondonópolis e a região Sul continuarão sendo lembradas apenas no período eleitoral...