“ME DEIXOU NA MÃO”
Cláudio da Farmácia reclama de “chá de sumiço” de presidente da Coder
Vereador enviou recado a nomeado do prefeito José Carlos do Pátio durante a sessão de hoje
02 de Agosto de 2017, 15h57
Dos vereadores publicamente insatisfeitos com a atual administração, foi a vez do peemdebista Cláudio da Farmácia tomar a palavra. Em seu tempo reservado na Tribuna Livre da Câmara, o parlamentar se queixou do "chá de sumiço" do atual presidente da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis -Coder José Severino da Silva Neto, Nino.
Reunião recente agendada junto ao nomeado do prefeito José Carlos do Pátio -SD estava prevista para discussão de melhorias em regiões carentes de infraestrutura, como o Parque Universitário. Nino não compareceu. "O senhor me deixou na mão e nem atendeu ao meu telefonema", reclamou Cláudio. "Quando o senhor deixa de me responder não está afetando a mim, pois eu não tenho nenhum interesse pessoal quando faço a reinvindicação. Quem o senhor deixa de ouvir é uma parcela grande e importante da nossa comunidade", deu o recado.
Nino, a propósito, não estava presente na sessão.
Pneus
À imprensa, ou ao menos à parte dela, contato com o presidente da Coder também não é comum. Recentemente, em uma das poucas entrevistas concedidas ao GazetaMT, Nino anunciou a contratação da empresa Pneus Via Nobre Ltda no valor de até R$1,25 milhões.
O contrato prevê a aquisição de pneus, câmaras e protetores para a frota da Coder. O contrato de mais de R$ 1 milhão tem vigência de 12 meses. Um total de 83 veículos, entre máquinas pesadas, caminhões, carros e motos, tem grande parte parada no pátio. "Este recurso liberado via pregão presencial vai suprir as necessidades da Coder no decorrer dos próximos 12 meses. Estamos com o relatório pronto sobre as condições da frota, muitas máquinas e caminhões estão sem possibilidade de recuperação, mas o que pudermos consertar vamos recupera", disse Nino.
O relatório deverá também baixar muitos dos veículos da frota do patrimônio da Companhia de economia mista. "Sabemos que muitos não têm conserto mas o nosso propósito é reduzir os contratos de terceirização, contratando veículos de empresas para executar os serviços da Coder. Queremos esclarecer também que nem todo o recurso do pregão obrigatoriamente será gasto na aquisição de pneus, mas o importante é ter o recurso oficialmente liberado para que os consertos possam ser feitos e parte da frota volte a rodar", explicou Nino.