Coordenador do GASP ignora importância do videomonitoramento no combate à criminalidade
20 de Dezembro de 2013, 07h53
Continua repercutindo negativamente a participação do coordenador do Gabinete de Apoio à Segurança Pública da Prefeitura de Rondonópolis, Anderson Rocha, na reunião organizada nesta semana pelos comerciantes da campanha 'Eu Exijo Segurança'.
Mais uma vez o moço apareceu de 'mãos abanando' e, para surpresa geral, brindou os presentes com uma afirmação inédita. Segundo ele, as câmeras de vídeo monitoramento não não tem efeito no combate à criminalidade. A informação contraria 10 entre 10 especialistas na área. Aliás, todas as pesquisas realizadas no Brasil e no mundo apontam reduções significativas no número de crimes e também um aumento na eficiência da ação policial nos locais monitorados por câmeras de vídeo.
Anderson não deu data para o funcionamento do sistema de videomonitoramento, que foi implantado há cinco anos, custou mais de um milhão de reais e nunca funcionou de forma decente. Ele também não disse o que está fazendo para viabilizar as duas questões que, na opinião dele, são prioritárias: como as tornozeleiras eletrônicas para presos do semiaberto e o pátio para a apreensão de veículos aprendidos em blitzes.
Um desastre.