OPERAÇÃO PROTEGO
Polícia Federal encontra mais de 240 arquivos com pornografia infanto-juvenil com alvo em Rondonópolis
Investigado poderá responder pelos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, com penas que, somadas, podem chegar a 12 anos de reclusão.
20 de Fevereiro de 2024, 08h50
Com o objetivo combater o armazenamento e a distribuição de imagens e vídeos contendo exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes, a Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (20), a 3ª fase da Operação Protego. Houve uma prisão em flagrante durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em Rondonópolis.
As investigações identificaram que o acusado armazenava no celular aproximadamente 243 vídeos e/ou imagens de conteúdo pornográfico, incluindo abuso sexual infantil.
Caso seja confirmado o armazenamento, compartilhamento ou venda dos arquivos, o investigado poderá responder pelos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, com penas que, somadas, podem chegar a 12 anos de reclusão.
Com a recente aprovação da Lei nº 14.811, em janeiro de 2024, que instituiu medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais, prevenção e combate ao abuso e exploração sexual da criança e do adolescente, o crime de armazenamento de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil passou a ser considerado crime hediondo.
O nome da Operação Protego, termo em latim que significa “protetor”, faz alusão à atuação da Polícia Federal como guardiã das crianças, combatendo os crimes que assolam a infância.