RONDONÓPOLIS

Policial penal Jaci Terra é pré-candidata a vereadora pelo PSD

Nascida na cidade de Três Lagoas-MS veio para Rondonópolis em 1984 e reside com o marido e filhos

por Redação

20 de Abril de 2020, 14h21

Foto: Emerson Dourado - Da Assessoria
Foto: Emerson Dourado - Da Assessoria

Com atuação destacada a área sindical da categoria dos servidores públicos policiais penais, Jaci Terra colocou seu nome à disposição para concorrer a uma das 21 vagas da câmara de vereadores de Rondonópolis pelo Partido Social Democrático no pleito deste ano. Nascida na cidade de Três Lagoas-MS veio para Rondonópolis em 1984 e reside com o marido e três filhos na Vila Operária desde 1991.

Além de servidora pública, Jaci Terra possui três graduações em biologia pela UFMT (2005), Marketing pela UESP (2010) e Direito na Unic (2018), seguiu sua formação acadêmica com uma pós graduação na área da segurança. Na comunidade exerce a cidadania com atuações no Conselho Municipal da Mulher e Lions Club da Vila Operária.

Para a pré-candidata, os desafios são muitos ao pleitear uma candidatura a câmara de vereadores de Rondonópolis, mas sendo mulher e mãe, além de exercer uma das profissões que mais exige mentalmente de uma pessoa no mundo, Jaci Terra mostra a altura para defender os direitos dos rondonopolitanos e também fiscalizar o trabalho do executivo. “Tenho certeza que posso ajudar no desenvolvimento do nosso município e também nas ações que possibilitam uma maior qualidade de vida para todos e principalmente nas áreas mais humildes da nossa cidade. Com a experiencia de participar de movimentos sociais e sindicais em defesa dos nossos direitos, essa candidatura a uma vaga de vereadora é um passo adiante para ajudar ainda mais, buscando por intermédio do poder público  devolver aos contribuintes aquilo que lhes é de direito que é a Saúde, educação, lazer”, disse.

Outro ponto destacado por Jaci Terra é a ausência feminina dentro do legislativo local, o que segundo ela seria o contraponto em meio “dominado” hoje totalmente por homens. “Nossa cidade não possui representatividade feminina desde 2012. E acredito que em todas as esferas, como na política e no mercado de trabalho, as mulheres têm que ter o seu espaço e se fazer presente”, finalizou.