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CPI da Telefonia montará posto de atendimento para ouvir população de Rondonópolis

Cuiabá será o ponto de partida da caravana, mas a estrutura da AL também virá a Rondonópolis

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20 de Setembro de 2013, 11h00

CPI da Telefonia montará posto de atendimento para ouvir população de Rondonópolis
CPI da Telefonia montará posto de atendimento para ouvir população de Rondonópolis

A CPI da Telefonia Móvel foi proposta por Nininho e tem por objetivo investigar as quatro maiores operadoras: Vivo, Tim, Oi e Claro

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Telefonia Móvel da Assembleia Legislativa começa, na próxima semana, a contar com postos para ouvir e registrar as queixas dos consumidores sobre os serviços prestados pelas operadoras de celular. A capital será o ponto de partida da caravana, mas a estrutura da AL também virá a Rondonópolis ouvir as reclamações da população.

No cronograma aprovado pelos deputados membros da CPI na quinta-feira, 19, um veículo identificado com as logomarcas da Assembleia Legislativa e da CPI da Telefonia Móvel estará na Praça da República, centro da cidade, nos dias 23 e 24 entre as 8 e 18 horas. No dia seguinte, 25, a CPI itinerante estará em Várzea Grande durante todo o dia.

Segundo o presidente da Comissão, deputado Ondanir Bortolini (PR), Nininho, o objetivo da CPI itinerante é colher o máximo de informações possível para contribuir com os trabalhos da Comissão. "Esses dados servirão como base para as oitivas que serão feitas com as operadoras de telefonia móvel. Esta é uma CPI que terá resultados pontuais, pois as motivações são legítimas e afetam a maior parte da população, por isso queremos ouvir todos que quiserem registrar suas queixas," conclui.

Em seguida, a estrutura da CPI percorrerá o interior do estado e visitará os municípios de Cáceres, Rondonópolis, Tangará da Serra, Pontes e Lacerda, Juína, Sinop, Sorriso, Alta Floresta, Primavera do Leste e Barra do Garças.

A CPI da Telefonia Móvel foi proposta por Nininho e tem por objetivo investigar as quatro maiores operadoras: Vivo, Tim, Oi e Claro, já tendo constatado que as operadores juntas tem uma dívida de quase R$ 350 milhões com o Governo do Estado. Ela busca ouvir a população sobre as falhas na prestação dos serviços das operadoras, que são campeãs de reclamação nos órgãos de defesa do consumidor.