SEM URGÊNCIAS
Em sessão ordinária Fulô reitera meta de não votar projetos em regime de urgência
Os projetos em regime de urgência somente seriam votados caso fossem de extremo interesse da população
21 de Janeiro de 2015, 16h20
Na primeira sessão ordinária após o recesso parlamentar, o presidente da Câmara Municipal, Lourisvaldo Manoel de Oliveira, Fulô, (PMDB) voltou a reiterar que a principal meta de sua gestão frente à mesa diretora é garantir que projetos de regime de urgência não sejam votados, a não ser que sejam de extremo interesse para a população.
Fulô destacou que o excesso de projetos votados em regime de urgência atrapalha o trabalho do Legislativo, pois muitas vezes os vereadores não têm nem mesmo tempo de ler os projetos antes da votação. “Já até falamos com o prefeito Percival Muniz (PPS), que entendeu a necessidade de não votarmos projetos em regime de urgência sem que seja de muito interesse para a população”, disse.
Segundo Fulô, em nenhum momento pretende-se atrapalhar o bom andamento da administração municipal e defendeu que pretende manter um bom relacionamento com os poderes instituídos, como o Executivo e Judiciário. “Uma das prioridades é manter uma boa relação com os poderes e estar sempre em defesa da população”, complementou.
Além disso, Fulô ressaltou que também tem como meta iniciar rapidamente processos licitatórios como para transmissão da sessão via rádio, televisão e internet – contratos que não foram renovados o fim deste primeiro biênio da atual legislatura – e ainda para a contratação de agência de publicidade.
O presidente da Câmara quer ainda incluir um balcão de atendimento na Casa de Leis, para que os visitantes se identifiquem ao entrar no prédio. “Queremos organização e garantir segurança para os servidores e visitantes da Câmara Municipal”, completou.