fiscalização
Vereador cobra que Procon fiscalize aplicação da lei da fila em bancos e congêneres
Cláudio da Farmácia afirmou que tem visitado agências bancárias e constatado que algumas delas sequer oferecem atendimento com senha
21 de Março de 2013, 10h54
O vereador Cláudio Antonio de Carvalho, o Cláudio da Farmácia (PMDB), quer que a Procuradoria de Defesa do Consumidor (Procon) intensifique a fiscalização a respeito da aplicação da 'Lei da Fila', que limita o tempo máximo de espera em filas de banco, lotéricas e outras instituições que trabalhem com atendimento ao público.
Ele apresentou um requerimento na Câmara, com cópias ao prefeito Percival Muniz (PPS), ao procurador do Município Ednaldo Carvalho Aguiar e ao coordenador do Procon Juca Lemos, solicitando a fiscalização urgente das agências bancárias e similares.
"O que nos preocupa é que as leis já existem, sendo que a mais antiga é de 1999, de autoria do ex-vereador Joarez do Praia, que falam da obrigatoriedade de bancos, autarquias e todos os locais que recebam boletos bancários, que trabalhem com atendimento ao público, que atendam as pessoas em um tempo razoável", externou o vereador.
Cláudio da Farmácia afirmou que tem visitado agências bancárias e constatado que algumas delas sequer oferecem atendimento com senha aos seus clientes. "Nesses casos, é pura e simplesmente em uma fila e você não sabe quanto tempo vai ficar ali para ser atendido. O que nós estamos requerendo ao Procon é que se cumpra as leis já existentes, que as pessoas sejam respeitadas nesses estabelecimentos'.
Saidinha de banco - Outra preocupação do vereador é com relação à conhecida 'saidinha de banco', que são os assaltos praticados contra pessoas que sacam valores em agências bancárias. "Todas as suas transações bancárias são visualizadas por todas as pessoas que estão no banco. Eu não tenho dúvidas de que essas ditas saidinhas de banco se dão pela falta de privacidade na hora de você descontar seu cheque ou realizar alguma outra transação bancária. Isso só diz respeito à você e ao caixa do banco e não às outras pessoas que estão no banco ou na fila", disparou.
Ele sugere que os bancos construam boxes ou biombos nos seus caixas, para retirar as transações do campo visual dos demais clientes dos bancos. "Essa é uma ação importante para a segurança dos clientes e que não geraria grandes custos para os bancos, que afinal das contas, são as instituições que mais têm lucro nesse País", finalizou.