STOP HATE

Alvo de operação, Juliana Guimarães possui extensa ficha criminal

por Da Redação

21 de Maio de 2026, 10h25

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Divulgação

A investigada aparece ligada a uma série de conflitos judiciais, acusações de perseguição e suposto uso de influência política para pressionar terceiros.

Um dos episódios envolve um delegado federal. Segundo os documentos, após o fim do relacionamento entre os dois, teria começado uma sequência de ataques pessoais, denúncias e tentativas de desgaste profissional contra o delegado. Uma testemunha afirmou, inclusive, que Juliana teria buscado apoio político junto a um ministro para tentar derrubar o delegado do cargo.

O levantamento também aponta um passivo judicial superior a R$ 210 mil envolvendo diferentes ações de cobrança e execuções.

Além disso, Juliana aparece ligada a conflitos em condomínio de alto padrão, disputas comerciais, registros policiais e acusações cruzadas em diferentes processos.

Em uma das ações, a associação de condomínio alegou descumprimento de regras internas, restrições aplicadas por comportamento incompatível com a convivência coletiva e pendências financeiras.

Já em outro episódio, testemunhas teriam contestado acusações feitas por Juliana após desentendimentos pessoais.

A investigada também aparece vinculada à Operação Stop Hate, investigação que apura possíveis ataques, perseguições e disseminação de conteúdo ofensivo no ambiente digital.

Os fatos citados seguem sob análise da Justiça e ainda dependem de decisão judicial definitiva.