Começou
Zeca Vianna denuncia onda de boatos contra ele e Taques
Segundo o parlamentar, os comentários surgem na região Norte do Estado e teriam objetivos de confundir os eleitores
21 de Junho de 2014, 10h26
O deputado estadual e presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em Mato Grosso, Zeca Vianna, divulgou nota ontem (20) alertando para uma onda de boatos envolvendo o nome dele e também do senador Pedro Taques (PDT), candidato ao governo pela oposição. Conforme ele, os comentários tem se originado principalmente em municípios da região Norte e de lá se espalham para todo o Estado.
O principal boato contra o parlamentar diz respeito ao fato de que ele não seria candidato à reeleição. Zeca reafirmou que está com o nome à disposição para a reeleição e avalia que o comentário visa confundir os eleitores.
Já contra o senador Taques, há informações erradas de adversários políticos junto a eleitorado religioso de que ele seria contra a família, devido o senador ter sido relator da proposta de mudanças no Código Civil e seus temas polêmicos.
"Nós fazemos política sem raiva e com fiscalização sim ao governo.É nosso dever como parlamentar fiscalizar e mostrar para a sociedade o que está errado nesse governo para que ele aplique corretamente os recursos públicos arrecadados do contribuinte com impostos", explica Zeca Viana.
O presidente do PDT em Mato Grosso diz estranhar que o fato comece a ocorrer com a aproximação das definições para a campanha de 2014, quando os mato-grossenses e brasileiros em geral elegerão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais em 5 de outubro. Os partidos têm até 30 de junho para definir candidatos e coligações para o pleito. O PDT faz sua convenção no dia 27, às 16 horas.
Zeca em todo seu mandato sempre criticou a falta de planejamento das ações do governo Silval Barbosa (PMDB), principalmente nas obras da Copa em Cuiabá e Várzea Grande, como do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e obras do interior do MT Integrado, programa de infraestrutura rodoviária nos municípios, orçado em R$ 1,5 bilhão. Tal atitude, avalia o deputado, incomodou a cúpula do governo e aliados, motivo dos revides com a central de boataria.
(Com informações da Assessoria)