None

caso

por Sirlei Alves

21 de Agosto de 2019, 14h29

"Duas testemunhas oculares do acidente declararam que viram a caminhonete SW4 saindo do local e passou em alta velocidade com o para-choque arrastando e, por isso, fazia muito barulho. Depois "cantou" pneu para virar a esquina e entrou na contramão da Rua Rosa Bororo. Que em nenhum momento o condutor da caminhonete parou para prestar socorro à vítima e muito menos foi ameaçada", relatou o advogado Igor Giraldi Faria lendo parte do depoimento das testemunhas.

Daniel Augusto não resistiu aos ferimentos e morreu. Já o pai operou os dedos do pé esquerdo e Dayane o joelho e o tornozelo da perna direita.