Pressão: 'Aliados' querem que José Medeiros abra mão de suplência do senador Pedro Taques
22 de Janeiro de 2014, 09h23
Nos bastidores são fortes os buxixos de que o primeiro suplente de senador, José Medeiros (PPS), poderá não assumir a vaga caso o titular, o senador Pedro Taques (PDT), decida se afastar do cargo para disputar o governo do estado neste ano.
Movimentações nesse sentido estariam sendo feitas por pessoas próximas ao senador, que temem um novo escândalo com o possível reavivamento da briga pela primeira suplência - que também é reivindicada pelo empresário Paulo Fiúza, hoje no Solidariedade.
A contenda não é nova. Já rendeu muito polêmica num passado recente, inclusive com denúncias de ameaças de morte. Na ocasião, Medeiros manteve-se firme, ignorou as pressões e comprovou ser ele o herdeiro natural em caso de afastamento ou renúncia de Taques.
Agora a expectativa dos rondonopolitanos é que Medeiros continue resistindo e saia vitorioso em caso de um novo 'round'. Ele não tem por que temer e deve inclusive denunciar publicamente qualquer tentativa de golpe - mesmo que praticada por gente de partidos aliados.
Vale ficar de olho...