Condenados
Eder Moraes e Yênes Magalhães devem devolver R$ 2,115 mi dos cofres públicos, diz TCE
O pleno do TCE condenou também o ex-diretor da Agecopa, Jeferson de Castro e a empresa Global Tech, que vendeu equipamentos ao governo
22 de Novembro de 2012, 11h20
Acaba de ser decidido pelo Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que Eder Moraes, Yênes Magalhães, que presidiram a extinta Agência Estadual de Obras da Copa do Mundo, a Agecopa, e mais um diretor da Agência, Jeferson de Castro, devem devolver cerca de R$ 2,115 milhões aos cofres públicos.
Segundo o TCE, o valor é relacionado ao contrato feito da Agência com a empresa Global Tech, está que por sua vez vendeu equipamentos de segurança da fronteira. O caso ficou conhecido pela quantidade de veículos Land Rover's adquiridos (10).
Na época da compra dos materiais, a Agência era presidida por Yênes magalhães, mas por decisão do governador Silval Barbosa, ele foi substituído por Eder Moraes, que atualmente está em um cargo na Secretaria de Governo e de Educação em Várzea Grande.
Segundo o conselheiro Antonio Joaquim, os condenados têm um prazo de cinco dias para que o atual secretário de Obras da Copa de 2014, Maurício Guimarães, anule o contrato com a Global Tech e não apenas a rescisão, como já havia sido feita.
Além dos três ex-representantes da Agecopa-MT, a Global Tech também foi condenada pelo TCE. Procurados pela reportagem, os condenados não retornaram o contato.