CERVEJA CHOCA
Segunda maior cervejaria brasileira ajuda a bancar campanha de Dilma, em troca de “favorezinhos"
22 de Dezembro de 2015, 17h59
Não tem santo e nem bobo na politica e quando se aliam a empresários com histórico na limpo, nem se fala. Em reportagem principal desta terça(22) de sua revista digital, a Época traz em seu conteúdo as relações obscuras entre o dono da Cervejaria Petrópolis, Walter Faria, a família “dona” do PMDB carioca, os Picciani e o governo Dilma, que vão deste ministérios importantes ofertados aos Picciani em troca de articulação no processo de impeachment de Dilma, até a um empréstimo de R$ 830 milhões, pelo Banco do Nordeste em condições quase filantrópicas para o Grupo Petrópolis e para nossa surpresa, semanas depois o grupo de Faria doou a bagatela de R$ 17,5 milhões, para a campanha de Dilma Rousseff .
A ligação de Walter Faria e a família Picciani não fica apenas na “ajuda” ao atual governo, a dobradinha se estende também a relações comerciais. O vendedor de cerveja é segundo a revista forbes, o 11º homem mais rico do Brasil, com uma fortuna estimada em US$ 3,4 bilhões e em 2013 entrou em sociedade, comprando 20% das ações de uma mineradora que tem como proprietários os Picciani.
A mineradora referida é uma das principais fornecedoras de material, para as empreiteiras que realizaram obras para copa do mundo de 2014 e também para os investimentos das olimpíadas do Rio de janeiro de 2016. No melhor estilo me ajuda que eu te ajudo, os políticos, empresários mantem o “status quo” da ganância pela ganância, sem se importar com os efeitos. Basta voltarmos os olhos para a unidade local, que pouco ou nada retribuiu para sociedade rondonópolitana.
Mas é claro temos os empregos diretos e indiretos criados pelo empreendimento na cidade... Mas só isso!!! Em contra partida o faturamento estimado de todo o grupo bateu os R$ 9 bilhões, em 2014 e além do histórico de sonegação de impostos, inclusive com a prisão de seu “manda chuva”, em 2005.
Fecha a conta ou traz mais uma?