ALMT

“Esse parlamento nunca faltou com empenho para apreciar as matérias do governo”, disse Nininho

Em nota, o governador fala da falta de esforço para atender a demanda do Paiaguás, no que diz respeito à Reforma Tributária

por GazetaMT

23 de Dezembro de 2016, 08h00

“Esse parlamento nunca faltou com empenho para apreciar as matérias do governo”, disse Nininho
“Esse parlamento nunca faltou com empenho para apreciar as matérias do governo”, disse Nininho

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa (ALMT), deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), Nininho, fala sobre o motivo que o levou a cobrar esclarecimentos do governador Pedro Taques (PSDB), sobre uma declaração divulgada em nota divulgada em um jornal da Capital, edição do dia 22 de dezembro.

Na nota o governador fala da falta de esforço para atender a demanda do Paiaguás, no que diz respeito à Reforma Tributária. Segundo Taques, "um homem como Guilherme Maluf e a Assembleia Legislativa não ameaça ninguém", referindo-se a medida de judicilaização da ALMT contra o executivo devido ao atrase do repasse do duodécimo.

Nininho destaca que a Secretaria de Comunicação, teve oportunidade de falar sobre a nota veiculada em um jornal de ampla circulação. "Já que o governador alega que a imprensa se equivocou ao divulgar a nota, eu esperava que no mínimo ele fizesse um pronunciamento se retratando, lembrando que a assessoria de imprensa do governo, teve tempo suficiente para esclarecer a sua fala", enfatizou Nininho.

"Votamos mais de 20 projetos entre eles mensagens, PEC, decreto, etc), a maioria veio em cima da hora. E ainda, votamos cerca de 30 projetos do legislativo", esclareceu o primeiro-secretário.

Segundo Nininho, ordenador de despesas da AL, tanto ele quanto o presidente Guilherme Maluf, foram notificados pelo MPE para tomar providências. "Não sou contra o pagamento do duodécimo, mas não sou a favor de jogar a culpa na Casa de Leis. Nós temos um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) a ser cumprido, estamos sujeitos a lei de responsabilidade fiscal. Eu sempre fui à favor do bom senso e do diálogo, e por entender o momento de dificuldade que o estado enfrenta, sugeri que o excesso de arrecadação fosse incluído no TAC, e que seja feito um parcelamento dos repasses".