Ataques

Vereadores e diretores de escolas municipais viram alvo de dirigentes do Sispmur

Alguns radicais ligados ao presidente Rubens Paulo tem atacado duramente a Câmara Municipal.

por GazetaMT

23 de Fevereiro de 2015, 08h36

 Vereadores e diretores de escolas municipais viram alvo de dirigentes do Sispmur
Vereadores e diretores de escolas municipais viram alvo de dirigentes do Sispmur

Alguns vereadores já notaram... E não gostaram. Nas últimas assembleia e atos públicos promovidos pela direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais alguns radicais ligados ao presidente Rubens Paulo tem atacado duramente a Câmara Municipal.

Acusam os vereadores de serem contra os funcionários e defendem uma 'limpeza geral' nas eleições do próximo ano - sem poupar nenhum dos atuais mandatários. É claro que qualquer um pode aspirar concorrer e ganhar cargos eletivos. Mas a utilização da estrutura sindical para isso, além de ser eticamente questionável, pode render mais prejuízos que lucros aos servidores municipais. É ilusão achar que as agressões farão os diretores de escolas se aproximarem do sindicato.

O mesmo se aplica aos atuais vereadores, que já começam a pensar em deixar de lado o sindicato e tratar dos assuntos relacionados aos servidores diretamente com as categorias profissionais envolvidas. Não custa lembrar que, até aqui, a Câmara Municipal acolheu as principais reivindicações dos sindicalistas. Um exemplo é o PCCS da Educação, que está pronto a quase um ano e não foi votado ainda a pedido do Sispmur. "Os ataques aos vereadores são injustos. Esse comportamento só reforça a suspeita de que os dirigentes do sindicato agem de forma política, sem pensar na categoria e nos interesses do cidadão. Aliás, se não fosse o Sindicato provavelmente a situação dos servidores seria bem melhor e não teríamos sequer motivos para greve", disparou um vereador que promete rever o apoio dado aos sindicalistas.