EM CAMPANHA
Dos 4 deputados na AL, apenas Wilson Santos deverá se licenciar
23 de Agosto de 2016, 07h59
O candidato a prefeito de Cuiabá e líder do governo na Assembleia, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), irá se licenciar do cargo por um mês. Emanuel Pinheiro (PMDB), Pery Taborelli (PSC), e Zé Carlos do Pátio (Solidariedade), num primeiro momento, afirmam que é possível conciliar as agendas de parlamentares e candidatos na majoritária de Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis, respectivamente. Os três deputados sustentam que as sessões foram concentradas nas quartas o que facilitou as agendas.
Já o tucano, que irá se licenciar a partir de 2 de setembro, sairá de cena da Assembleia para se dedicar exclusivamente à campanha. Em seu lugar, o primeiro suplente Jajah Neves (PSDB) assumirá o posto pela segunda vez. Em fevereiro, o ex-pedetista entrou na vaga do deputado Saturnino Masson.
Caso os quatro deputados candidatos se licenciem para se dedicarem aos seus colégios eleitorais, outros suplentes poderão assumir o Legislativo e contarão com salários de R$ 25,3 mil. Caso os candidatos sejam eleitos para os executivos em suas cidades, os suplentes ficarão por dois anos na vaga e terão à disposição a verba indenizatória de 65 mil, além de outros benefícios.
Emanuel Pinheiro tem como primeiro suplente o ex-prefeito de Juína Altir Peruzzo (PT), que disputa a eleição no município. O terceiro suplente vereador por Cuiabá, Alan Kardec (PT) poderá assumir, no entanto, também vai se dedicar à reeleição.
Já o suplente de Taborelli é Elizeu Nascimento (PSDC), que já ocupa a vaga do licenciado Wancley Carvalho (PV). Zé do Pátio, por sua vez, tem como suplente Adalto de Freitas, o Daltinho (Solidariedade), que ensaiou campanha em Barra do Garças, mas recuou.
Nas eleições de 2012, o cenário era um pouco diferente. Eram seis deputados na disputa pelos Executivos, sendo cinco para prefeito e um para vice, além de outros cinco parlamentares que lançavam familiares para a disputa.
Entre os concorrentes estavam Guilherme Maluf (PSDB), que recebeu uma votação inexpressiva e perdeu a eleição em Cuiabá; Nilson Santos (PMDB), que conquistou a prefeitura de Colíder; Percival Muniz (PPS), que venceu em Rondonópolis; Walace Guimarães (PMDB), que se elegeu em Várzea Grande, mas teve o mandato cassado em maio de 2015, após ser acusado pela Justiça de cometer caixa 2; e Daltinho, derrotado em Barra do Garças. João Malheiros (PR), vice na Capital da chapa de Mauro Mendes (PSB), foi eleito, mas renunciou.
Com informações RDNews