ALIADOS
Governador nega crise na base e frisa autoridade em escolha de secretariado
Partidos estariam disputando espaço dentro do governo
24 de Janeiro de 2017, 10h50
Não há crise política no comando do Estado, é o que afirma o governador Pedro Taques (PSDB). A guerra de partidos por maior espaço no Palácio Paiaguás, sede do Governo, disse, não alterou harmonia na base. No meio do imbróglio, a nomeação dos novos secretários.
Teria, segundo informações da capital, sido justamente a escolha dos nomes o pivô do mal-estar. PSDB e PSD, que caminharam juntos desde o início de 2014 talvez agora estejam cedendo espaço para mais siglas, com vistas no projeto que se desenha para 2018. Taques busca a reeleição e costura junto a partidos como o PP apoio.
Outra sigla procurada é o PSB, que garantiu cargos no Governo. Alguns dos exemplos são as nomeações dos deputados Max Russi e Leonardo Oliveira para as secretarias de Assistência Social e Esporte, respectivamente.
Quem manda
Taques ameniza: ""Quem decide sobre cargo de secretários é o governador do Estado. Não decido tendo em conta indicações partidárias, mas sim a competência, a honestidade e o trabalho desse que será indicado", disse. E segue: "Não há nenhum tipo de crise. Não há rusgas. Não houve absolutamente nada".
Todos os secretários, frisa Taques, serão escolhidos segundo seu critério. As indicações para o staff deverão ser concluídas ainda em janeiro.