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Paula Costa diz que PMDB não pretende 'brigar' por suplência de Batista
O primeiro suplente João Batista Soares, o Batista da Coder, trocou o PMDB pelo recém-criado Partido Solidariedade (SDD)
24 de Outubro de 2013, 08h07
A presidente da Comissão Provisória do PMDB, a professora Paula Costa, afirmou que o partido não tem a intenção de pleitear na justiça a suplência do ex-filiado da legenda João Batista Soares, o Batista da Coder. Ela declarou que o partido não discutiu o caso do suplente, que trocou o PMDB pelo recém-criado Partido Solidariedade (SDD) e que o caso é diferente do que ocorreu em Cuiabá, onde os dois vereadores da bancada peemedebista deixaram a legenda para aderirem ao novo SDD, deixando o PMDB, um dos maiores partidos políticos do País, sem representante no Parlamento da Capital.
"Não ainda não paramos para discutir isso, mas posso afirmar que o caso é completamente diferente do que ocorreu em Cuiabá, onde o PMDB investiu pesado nos candidatos, que usaram a legenda e depois a deixaram de uma hora para outra. O caso do Batista é diferente, pois ele sempre foi ligado ao (ex-prefeito) Zé do Pátio, que sempre o apoiou e estimulou na política. É natural que ele queira acompanhar o seu companheiro na nova empreitada", afirmou e dirigente.
A discussão foi suscitada devido à possibilidade de algum vereador da legenda se afastar do cargo para assumir um cargo no Executivo, possivelmente a Secretaria Municipal de Ação Social, o que abriria a possibilidade de Batista assumir o mandato. "Eu acho muito improvável que algum vereador deixe o mandato para assumir uma secretaria neste momento. Pode até ser que isso aconteça (afastamento do mandato), mas seria no ano que vem, para a disputa eleitoral", pontuou.
De acordo com Paula Costa, o PMDB tem o interesse na secretaria, mas ela nega que ela própria possa assumir o cargo. "Eu acho que cada um tem que atuar na sua área e a minha área é a Educação, onde atuo há 35 anos. Além disso, eu tenho os meus negócios, que estão em fase expansão e eu não poderia assumir o cargo. Mas o PMDB tem outros nomes, como o da ex-vereadora por Paranatinga, Isabel Pupo Moreno, e da ex-vice-prefeita Valéria Bevilácqua", apontou.
Ela ainda aproveitou para dizer que o partido que preside pretende indicar não apenas o nome do secretário, mas que esse deve assumir a secretaria levando uma equipe consigo. "Imagina você assumir uma secretaria em que existem mais de 300 cargos (de livre nomeação) e ir só o secretário e mais nada, sem nenhum grupo de pessoas de confiança para ajudar nos trabalhos. Não precisa ser de porteira fechada, como dizem, mas a gente tem que poder montar uma equipe para a pessoa que assumir ter condições de desenvolver seu trabalho", completou.