Mais dois
Ex-primeira-dama, que já coleciona vários processos por corrupção, tem mais dois abertos contra si
25 de Janeiro de 2016, 15h54
A ex-primeira-dama do estado, Roseli Barbosa, esposa de Silval Barbosa (PMDB), preso atualmente por corrupção, terá que responder por mais dois processos por desvio de recursos públicos da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas), pasta que comandou durante a gestão de seu marido. Ela já respondia por vários outros processos, quatro protocolados somente na semana passada, também por supostos desvios de dinheiro público, e se vê cada dia mais enrolada com a Justiça.
Nesses dois novos processos, a ex-primeira-dama é acusada, junto com mais seis pessoas e quatro empresas, acusadas, de desvio de R$ 26 milhões de dinheiro público da Setas. De acordo com a denúncia, oferecida pelo Ministério Público Estadual (MPE), o dinheiro era desviado por meio de 'institutos' de fachada que pretensamente prestariam serviços para a secretaria, mas na verdade eram usados para amealhar o recurso público, que eram distribuídos em espécie para Roseli e alguns de seus comparsas.
As informações apuradas pelo MPE foram obtidas por meio de delação premiada de empresários e funcionários dos ditos 'institutos', que aceitaram entregar o esquema em troca da redução de suas sanções e demonstram que os Barbosa tinham um claro objetivo frente ao governo: dilapidar erário público, sempre e de todas as maneiras possíveis!
Por conta dessas fraudes, Roseli já chegou a ficar presa por alguns dias, em agosto de 2015, o que deve, ao bem da Justiça, acontecer novamente e dessa vez em caráter mais permanente e duradouro, já que são tantas as maracutaias que ela e seu esposo se envolveram quando comandaram o estado, que o cidadão não vê a hora de ver os dois atrás das grades, e por um bom tempo!
O Buxixo entende que a Justiça deve agir de forma imparcial e aplicar as punições cabíveis como prevê a lei, já que há provas robustas de que a dupla, ou casal, no caso específico, claramente usaram do poder para se enriquecerem e não se importaram em nenhum momento com o bem público, deixando entidades como as APAEs de todo estado a ver navios e com dificuldade para atender as crianças especiais, enquanto se locupletavam com o dinheiro público. Que paguem pelo que fizeram e que nunca mais possam exercer cargo ou função pública é o mínimo que se espera!
Vamos ficar de olho...