EXPLICAÇÕES
Polícia Civil afirma que mortes em Rondonópolis não estão relacionadas com brigas de facções
“As investigações estão sendo realizadas e em breve as autorias serão apontadas”, afirmou o delegado Thiago Damasceno
25 de Janeiro de 2017, 07h39
A Polícia Judiciária Civil esclarece que os homicídios de Rafael Francisco dos Santos, 26 anos, ocorrido na segunda-feira (23), e de Diego Sartori, morto dentro da Penitenciária Regional, Major Eldo de Sá Corrêa (Mata Grande), nesta terça-feira (24), ambos em Rondonópolis, não estão motivados por rixas ou brigas entre facções criminosas.
As investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa, de Rondonópolis, também já apuraram que as mortes não estão relacionadas.
A vítima, Rafael Francisco dos Santos, foi assassinada a tiros, em via pública, na região central da cidade. Rafael estava em um veículo quando duas pessoas chegaram em uma motocicleta e efetuaram os disparos. O motorista perdeu o controle do carro e bateu contra um comércio. Um dos bandidos desceu da motocicleta, abriu a porta do veículo e efetuou outros dois disparos.
A vítima, Rafael Francisco, tinha passagem por tráfico de drogas.
Por volta das 12 horas, desta terça-feira (24), Diego Sartori, foi morto por espancamento, em uma ala da Penitenciaria Mata Grande, depois de uma briga com presos. Diego Sartori é morador de Campo Verde e estava presa por porte ilegal de arma de fogo.
"As investigações estão sendo realizadas e em breve as autorias serão apontadas", afirmou o delegado Thiago Damasceno.