STAFF NO ESTADO

PSB nega que tenha feito 11 indicações para cargos de Taques

Nesta semana, governador frisou autonomia na escolha de nomeados

por Robson Morais

25 de Janeiro de 2017, 07h36

PSB nega que tenha feito 11 indicações para cargos de Taques
PSB nega que tenha feito 11 indicações para cargos de Taques

O presidente estadual do PSB, deputado federal Fábio Garcia, negou que os 11 ex-membros da gestão do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), que foram para o Governo do Estado tenham sido indicações da legenda. O parlamentar assegurou que os atuais membros da equipe de Taques foram convocados pelo Executivo Estadual "puramente pela capacidade que têm" na administração pública.

A equipe do governador Pedro Taques (PSDB) atualmente conta com diversas figuras que figuravam nas secretarias da Capital. Os ex-funcionários da Prefeitura de Cuiabá ocupam cargos no primeiro, segundo e terceiro escalão do Estado.

Nesta semana, Taques corroborou a declaração de Garcia. Frisou que é ele quem bate o martelo na decisão de seu secretariado. A guerra de partidos por maior espaço no Palácio Paiaguás, sede do Governo, disse, não alterou harmonia eu sua base política. No meio do imbróglio, a nomeação dos novos secretários.

Taques amenizou: ""Quem decide sobre cargo de secretários é o governador do Estado. Não decido tendo em conta indicações partidárias, mas sim a competência, a honestidade e o trabalho desse que será indicado", disse. E segue: "Não há nenhum tipo de crise. Não há rusgas. Não houve absolutamente nada".

Entre os nomeados ligados ao PSB estão: Guilherme Muller, secretário de Planejamento do Estado; Kléber Lima, secretário de Comunicação; e Rogério Gallo, Procurador Geral do Estado; e ainda o ex-vereador e líder de Mauro, Leonardo de Oliveira (PSB), que assumiu a secretaria adjunta de Educação, Esportes e Lazer. Outros nomes que lideravam secretarias em Cuiabá e devem ser nomeados no staff de Taques são Thiago França (ex-secretário de Mobilidade Urbana), Alan Porto (ex-secretário de Meio Ambiente), Beto Dois a Um (ex-secretário de Cultura), João Batista de Oliveira (ex-secretário de Comunicação) e Beto Corrêa (ex-secretário adjunto de Governo).