Universitários de Pedra Preta ficam sem ônibus, perdem aulas e cobram Prefeitura
25 de Fevereiro de 2014, 10h38
Não anda nada fácil a vida da prefeita de Pedra Preta, Mariledi Araújo (PDT). Depois das investidas do Ministério Público e da ameaça de abertura de uma nova investigação pela Câmara Municipal, ela agora terá de lidar com a revolta dos universitários que fazem faculdade em Rondonópolis e precisam de transporte escolar.
Na noite de ontem (24) um grupo de universitários realizou um manifesto bem humorado em frente a casa da prefeita. Eles dizem que os custos do transporte são divididos. O combustível é rateado entre os estudantes, enquanto a Prefeitura ficaria encarregada de bancar o ônibus.
O problema é que o acordo não foi formalizado e é comum a Prefeitura não fazer a parte dela, deixando os alunos sem condução. Para evitar isso, os universitários querem que Mariledi envie para a Câmara um projeto regulamentando o transporte universitário. A medida seria uma forma de garantir estabilidade, impedindo que, por ação ou omissão, a atual e os futuros prefeitos descumpram o acordo.
Por enquanto os universitários estão tratando a questão com leveza e apostam que tudo pode ser resolvido com diálogo. Mas o grupo avisa que, se a situação não for resolvida, os protestos vão aumentar.