fiscalização
Rodrigo da Zaeli visita obra da ETE para fiscalizar andamento da obra
Hoje, a ETE atende 52% da cidade, pois passou a operar com cinco novas lagoas. As antigas serão reformadas
25 de Março de 2014, 16h14
O vereador Rodrigo da Zaeli (PSDB) esteve na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) para fiscalizar as obras que estão sendo realizadas no local. O espaço antes operava com três lagoas, coletando 28% dos resíduos efluentes da cidade.
Hoje, a ETE atende 52% da cidade, pois passou a operar com cinco novas lagoas. As antigas serão reformadas e segundo informações do Sanear, essa medida vai garantir a ativação de 90% das redes instaladas.
O tratamento feito na atual captação é de forma biológica, ou seja, com microrganismos vivos que proporcionam a aceleração do processo de degradação e a diminuição do odor dos efluentes. No mesmo espaço está sendo construído um laboratório provisório para análise aleatória, que possibilitará a verificação dos resíduos que chegam por meio de caminhões que realizam a limpeza de fossa séptica.
Prevista para ser entregue em dezembro de 2013, a obra aguarda repasse de recursos federais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O vereador comenta que o sistema biológico não funciona de imediato, demorando de 3 a 6 meses para que os microrganismos comecem a trabalhar de forma correta. "Esse novo sistema implantado pelo Sanear favorece e muito os moradores da região, pois mesmo não sendo algo imediato, quando em funcionamento total vai diminuir o mau cheiro que o local exala. Motivo de muitas reclamações dos moradores da região", exemplifica.
Fiscalização
O legislador explica que vai continuar exercendo seu papel fiscalizador, cobrando da administração municipal o término da obra. Rodrigo da Zaeli afirma ainda que vai solicitar ao Secretário Municipal de Meio Ambiente que cobre o EIA/RIMA da empresa que construiu o residencial Maria Fiúca e Magnólia.
Para iniciar as obras, a empresa contratada degradou e desmatou o terreno, colocando em risco as casas que foram instaladas na margem do barranco. "O problema provocado pela empresa acaba influenciando na proliferação do odor provocado pela ETE, pois se o espaço fosse arborizado, faria uma barreira natural no local", conclui.
Com informações da assessoria