seletiva
Vereador quer implantação de coleta seletiva de lixo na cidade
O processo seria gerido pela Semma e os moradores ficariam com a obrigação de separar adequadamente seu lixo
25 de Julho de 2013, 10h51
O vereador Thiago Silva (PMDB) apresentou um projeto de lei na Câmara que institui o programa "Recicla Rondonópolis', que prevê a coleta seletiva de resíduos sólidos e o aproveitamento dos mesmos. O projeto é baseado em uma determinação do Governo Federal, que prevê que toda cidade deverá, até o mês de agosto próximo, ter aterros sanitários e desenvolvendo uma política de reaproveitamento de parte do seu lixo produzido.
"O objetivo nosso e do Governo é evitar que todo o lixo que produzimos seja depositado ou jogado no meio ambiente, provocando a poluição e a destruição dos nossos recursos naturais, possa gerar emprego e renda para catadores. O nosso objetivo é começar a conscientizar a população da necessidade de começar a separar esse material corretamente, para que ele possa ser reciclado e reutilizado", defendeu o vereador.
De acordo com Thiago Silva, o processo seria gerido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e os moradores ficariam com a obrigação de separar adequadamente seu lixo, para ser reciclado por catadores, que seriam filiados á cooperativas. "Outras cidades já desenvolvem projetos semelhantes e nós não podemos mais deixar essa discussão para depois", disse.
Atualmente, um projeto piloto de reciclagem do lixo doméstico é desenvolvido com a comunidade do bairro Vila Mineira, por iniciativa do Movimento União Cidadã: Recicla Rondonópolis.
A reciclagem e reutilização de tudo aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado é prevista na lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A lei também prevê a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos, que é tudo aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado, com a construção de aterros sanitários.
O objetivo da lei federal é a eliminação dos lixões até 2014 e atingir a meta de reciclar 20% dos resíduos de em 2015.