PALEOLÍTICO
Galli diz ter sido convidado para ser vice de Bolsonaro
25 de Julho de 2018, 08h39
O deputado federal por Mato Grosso, Victório Galli -PSL, disse ter sido convidado pelo presidenciável Jair Bolsonaro -PSL para ser seu vice em 2018. A informação foi publicada pelo jornais Jaques Gosch, do site RD News. O nome do parlamentar teria sido cogitado depois dos sucessivos "foras" que o dito capitão do exército levara em sua busca por um parceiro.
Ultraconservador, com requintes paleolíticos, Galli afirmou que o convite fora feito na convenção que oficializou a candidatura do "mito", no último domingo. "Meu projeto é a reeleição de deputado federal, mas sou um soldado do partido. Não descarto aceitar o convite mais adiante" declarou ao site.
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Bolsonaro iniciou a lista pelo senador Magno Malta, nome forte no PR e membro da bancada evangélica. Malta, que de início havia aceitado, foi pedir a benção ao poderoso Valdemar Costa Neto, que é quem, de fato, manda e desmanda no PR mesmo não sendo filiado ao partido. O caso é que o patrão exigiu de Bolsonaro uma coligação proporcional e o presidenciável se recusou. No fim, a negociata desandou.
Logo depois, Bolsonaro partiu pra cima de um militar. O general Augusto Heleno fora citado. Sobre este, sem maior delonga, a resposta foi não. E ponto.
Outro sondado foi o herdeiro da família imperial brasileira Dom Phillippe de Orleans e Bragança. "Sangue nobre" no parlamentarismo. Não tinha como dar certo.
Convidada mais recente, a advogada Janaína Paschoal -uma das autoras da denúncia que resultou no impeachment da ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT) e se filiou ao PSL- segue em aberto. É dela também um discurso épico feito em 2016 na Universidade de São Paulo. Pra quem tem estômago forte, cabe o desafio.