SENADO
Fora da novela Democrata, Sachetti pode consolidar trio rondonopolitano com Medeiros e W.F.
25 de Julho de 2018, 09h29
Nem Mauro Mendes -DEM, nem Pedro Taques -PSDB, nem grupo de um ou de outro. O atual deputado federal Adilton Sachetti -PRB se reúne ainda hoje com o atual senador Wellington Fagundes -PR e pode fechar sua candidatura ao senado pela chapa. O republicano concorrerá ao Governo do Estado.
De início, Sachetti pendia para o grupo encabeçado pelo ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes -DEM, num forte bloco opositor. Ali, entretanto, o deputado federal foi posto em "banho Maria".
Almejantes ao Senado, o ex-vice-governador Carlos Fávaro -PSD -concorrente direto de Sachetti pelas ligações com o agronegócio- e o cacique Democrata Jayme Campos não sinalizaram jamais largar o osso. O deputado, que meses atrás já havia sido categórico quanto às intenções de concorrer ao Legislativo federal em 2018, desta vez, tende a dar um basta nesta novela.
Sachetti chegou a sofrer pressão dentro do grupo, que tentou convencê-lo a abraçar outras causas. Reeleição à Câmara ou vice na chapa. Sachetti, com os caminhos abertos, recusou. Neste meio tempo, Sachetti chegou a ser cortejado também pelo atual governador tucano Pedro Taques -PSDB. O convite era para ser vice na chapa. Novamente, o deputado recusou.
Findado o enredo, o deputado federal pode realmente cravar o acordo com Fagundes. Outro que deverá concorrer pela chapa é José Medeiros -Podemos, que traz consigo o bônus da chamada frentinha, formada por Podemos, DC, PRP e Avante.
Bem observado por uma fonte de coluna: a possibilidade é real quanto a união de um trio rondonopolitano nestas eleições. De braços compridos, porém, não se limitam aos votos da região Sul.