Em baixa: Comícios atraem pouca gente e perdem força nas campanhas eleitorais

por GazetaMT

25 de Agosto de 2014, 04h50

Em baixa: Comícios atraem pouca gente e perdem força nas campanhas eleitorais
Em baixa: Comícios atraem pouca gente e perdem força nas campanhas eleitorais

Definitivamente os comícios não tem mais a mesma magia do passado. O avanço da tecnologia, o corre-corre diário e mesmo o desalento da população com a classe política parecem ter ferido de morte as festas democráticas que reuniam milhares de pessoas a cada campanha eleitoral.

Neste final de semana os candidatos majoritários das três coligações que lideram as pesquisas de intenção de voto no Estado promoveram eventos em Rondonópolis. As estimativas de público, sempre 'infladas', apontam que o maior deles reuniu cerca de cinco mil pessoas. Número pequeno se levarmos em conta que há 10 ou 20 anos atrás era comum reunir mais de 20 mil pessoas para ouvir um candidato a governador em visita ao município.

O detalhe é que, além do público menor, a plateia hoje é formada majoritariamente por cabos eleitorais contratados ou por pessoas que tem alguma vinculação com candidatos e partidos.

O 'povão' está cada vez mais distante, preferindo se guiar pelos programas no rádio e na TV, pelas redes sociais e pela boa e velha troca de informações com amigos e parentes.