SOBRE VACAS E BREJOS
W.F fala demais, critica Taques esquecido de que o rebote é pronto
26 de Janeiro de 2017, 09h21
E não é que o senador mato-grossense Wellington Fagundes (PR) se atreveu a meter infame bedelho no jeitão Pedro Taques de conduzir a governança estadual ?!?.... "A vaca está indo pro brejo", disse o nobre em referência ao secretariado do governador. Taques (PSDB) não deixou barato e respondeu, seguido de outros que vieram ao encontro. De Buxixo, a opinião é a de que realmente errou a mão o W.F.
A começar pelo teto de vidro. Quem conhece, sabe. Como pincelou o vice-governador Carlos Fávaro: "Se a vaca está no brejo, é porque a turma dele (senador Wellington), que governou o Estado, mamou nas tetas dessa vaca até deixá-la desnutrida".
Taques concedeu entrevista a rádios do Estado nesta semana. Disse em resposta ao senador: "O Estado não é uma vaca, mas algumas pessoas parecem guacho, aquele bezerro que não desmama nunca". Não parou por aí e atacou em outras frentes o senador. Assunto para outro prélio desta singela coluna.
Wellington Fagundes, jamais nos esqueçamos, é da trupe de Silval Barbosa, ex-governador e atual presidiário. Sem data para sair da cadeia, já se aproxima de seu segundo aniversário atrás das grades por conta da Operação Rêmora.
W.F tenta descolar a imagem sua de seu aliado político. Como fizera com Dilma nos tempos de impeachment, sobe no muro quando a corda aperta. Não comenta, não fala, não cita... Só observa e convive com seus íntimos sonhos intranquilos. Não está imune, sempre bom lembrar. Tem dedo seu, inclusive, na indicação de Eder Moraes, outro preso, no secretariado de Barbosa.
Ainda sobre vacas e brejos, mamados e desmamados, W.F conhece bem a herança deixada para o atual Governo do Estado. Fala por mero interesse em candidatura ao Governo já em 2018.
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Feliz mesmo foi o comentário do ex-senador Jaime Campos (DEM), atual secretário de assuntos estratégicos em Várzea Grande. "É necessário esperar, ver quem estará ou não com tornozeleira eletrônica para poder imaginar o cenário das eleições de 2018".
Deixemos estar.