CAMPINÁPOLIS

Mulher é presa acusada de matar tio deficiente

A polícia informou que o crime ocorreu, por volta das 20h30, na residência da vítima, no Bairro Setor União

por Redação com assessoria PJC/MT

26 de Outubro de 2018, 14h00

Mulher é presa acusada de matar tio deficiente
Mulher é presa acusada de matar tio deficiente

Mariza Mendes de Souza Pena, 44, foi presa pela Polícia Civil e Polícia Militar, na última terça-feira (23), em Campinápolis (MT), suspeita de matar Antônio Donizete da Silva, de 63 anos. A vítima, que era tio da mulher, era deficiente físico.

A polícia informou que o crime ocorreu, por volta das 20h30, na residência da vítima, no Bairro Setor União, em Campinápolis. Assim que foram acionadas, as equipes da Polícia Civil e Militar foram até o local, onde encontraram Antônio Donizete deitado na cama, já sem vida, com lesões no supercílio e na face esquerda.

Imediatamente, os policiais iniciaram as diligências e através de oitivas de testemunhas descobriram que a sobrinha da vítima (Mariza) estava na casa momentos antes do crime, consumindo pinga com o seu tio. Segundo informações, a acusada estava muito alcoolizada e alterada. Uma testemunha contou que chegou a ir até a residência por volta das 22 horas, momento em que viu a vítima ensanguentada em cima da cama.

Com base nas informações, as equipes saíram em diligências em busca da suspeita, conseguindo encontrá-la na garupa de uma motocicleta, nas proximidades do lixão, na saída para Nova Xavantina (MT). Logo na abordagem, os policiais deram voz de prisão a Mariza, que confessou o crime e disse que utilizou as muletas do tio para executá-lo.

De acordo com a suspeita ela e o tio estavam ingerindo bebida alcoólica quando iniciaram uma discussão e o tio caiu no chão. Ela levantou o tio e o colocou na cama, porém, a vítima continuou as provocações e pedidos por mais pinga. Momento em que ela pegou a muleta e efetuou vários golpes contra a cabeça do tio. Mariza contou que ao perceber que ele estava desfalecido, tentou reanimá-lo, mas a vítima já estava sem vida.

Diante da situação, a acusada foi conduzida a Delegacia de Campinápolis, onde foi lavrado o flagrante pelo crime de homicídio qualificado.