ATROPELAMENTO

Amigos fazem vaquinha para jovem que corre o risco de perder braço

Hya Girotto, 21 anos, foi atropelada na madrugada do último domingo (23) em frente à Boate Valley Pub, em Cuiabá.

por Cuiabá, MT - Daffiny Delgado

26 de Dezembro de 2018, 12h18

Amigos fazem vaquinha para jovem que corre o risco de perder braço
Amigos fazem vaquinha para jovem que corre o risco de perder braço

Reprodução

Amigos e familiares de Hya Girotto, 21 anos, promovem uma vaquinha nas redes sociais, para custear futuros tratamentos de saúde da jovem, que foi atropelada em frente à Valley Pub, na Avenida Isaac Póvoas, na madrugada de domingo (23), em Cuiabá.

O acidente ocorreu na região central da cidade. Um veículo Renault Duster Oroch, conduzido pela bióloga Rafaela Screnci da Costa Ribeiro, de 33 anos, atingiu Hya, a universitária Myllena de Lacerda Inocêncio, de 22 anos - que morreu no local -, e Ramon Alcides Viveiros, de 25.

A jovem está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto Socorro de Cuiabá, onde já passou por duas cirurgias na segunda-feira (24), sendo um no ombro e outro para desobstruir uma artéria.

De acordo com familiares, Hya ainda corre o risco de ter um dos braços amputados. Na postagem, os interessados em ajudar deve encaminhar o dinheiro a conta da mãe da jovem, Edna Maria Girotto, na Caixa Econômica Federal. Agência: 2985; Conta: 00011364-0; Operação: 013; CPF: 473.956.051-87.

Hya deverá passar por exames nesta semana, que indicarão há necessidade de se realizar a cirurgia para a retirada do membro.

O cantor

O cantor Ramon Alcides Viveiros, de 25, que é filho do procurador de Justiça Mauro Viveiros, do Ministério Público Estadual (MPE), que também foi vítima no acidente, apresentou melhorar no quadro de saúde.

O jovem está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Amecor, em Cuiabá.

O quadro de saúde do jovem foi traumatismo craniano e diversos hematomas. Ele foi submetido a procedimentos neurocirúrgicos e vem evoluindo bem aos tratamentos. 

Entenda o caso

De acordo com a Polícia Civil, a bióloga seguia pela faixa de rolamento da esquerda quando, nas proximidades da boate quando atingiu o trio.

A Polícia Militar foi acionada e fez a prisão da condutora, que apresentava sinais de embriaguez.

Com o acidente, Myllena de Lacerda Inocêncio, de 22 anos, morreu na hora. Rafaela Screnci foi autuada por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) qualificado pela embriaguez e lesão de trânsito qualificada por embriaguez por duas vezes.

Após ficar detida por um dia, a bióloga passou por audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (24) e foi liberada mediante pagamento de fiança de R$ 9,5 mil.

A determinação é do juiz plantonista Jeferson Luiz Quinteiro. Segundo o magistrado, a decisão foi baseada em laudos e depoimentos de testemunhas.

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