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Reginaldo diz que Percival promoverá 'grande transformação' em Rondonópolis.

Vereador, que é do mesmo partido do prefeito, afirma que houve avanços importantes e minimizou críticas feitas à Administração.

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26 de Agosto de 2013, 00h56

Reginaldo diz que Percival promoverá 'grande transformação' em Rondonópolis.
Reginaldo diz que Percival promoverá 'grande transformação' em Rondonópolis.

Reginaldo Santos destacou 'habilidade' na relação com lideranças de outros partidos."O prefeito Percival Muniz não está administrando para quem votou nele, mas para todos os rondonopolitanos. Isso é bom". A declaração é do vereador Reginaldo Santos (PPS), que reafirmou em entrevista ao Gazeta MT sua confiança nos resultados na gestão do companheiro de partido. O vereador minimizou as críticas feitas recentemente e considera que os avanços alcançados até aqui comprovam que o Executivo Municipal está no rumo certo.

"Em sete meses conseguimos garantir a conclusão do viaduto, começamos a fazer as ligações de esgoto na Vila Operária e estamos resolvendo o problema da água. Tivemos ainda a finalização da ponte da rua 13 de maio e vamos inaugurar mais de 60 obras até o final do ano. O Percival transformou a cidade na primeira gestão dele e, não tenho dúvidas, promoverá outra grande transformação agora", avalia.

O vereador disse ainda que o partido recebeu a Prefeitura com muitos problemas, o que trouxe dificuldades extras. "Este primeiro ano é para arrumar a casa. Mas a administração já está acontecendo", defende.

Reginaldo também elogia a relação da gestão do PPS com o Governo do Estado e parlamentares federais de outros partidos. Para ele, isso é prova de maturidade política e ajuda a atrair mais investimentos na cidade.

"O prefeito conversa com todos e valoriza a bancada federal, destacando quem trabalha e traz recursos. Isso já está surtindo bons efeitos".

Críticas
Indagado pela reportagem sobre as críticas feitas há duas semanas, na Câmara Municipal, Reginaldo disse que buscou apenas contribuir e considerou o caso superado. Ele afirma que fez um alerta sobre o risco de tratar os servidores apenas com base na 'frieza da lei', mas admite que pode exagerou.

"O tom naquele meu pronunciamento poderia ser mais calmo. Me emocionei e acabei entrando numa questão pessoal. Errei nesta parte. Mas, no mesmo momento em que percebi o excesso, ouvi o colega Thiago e na mesma sessão corrigi", pondera. "Já discutimos isso numa reunião com a bancada de vereadores, o prefeito respeitou minha posição e vou buscar aproximar o diálogo com os colegas. Quero sempre que puder contribuir com minhas opiniões", concluiu.