Eleições 2014

Justiça Eleitoral presta contas das Eleições 2014 à sociedade mato-grossense

O envio da força federal foi aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sessão administrativa realizada no último dia 23

por GazetaMT

26 de Setembro de 2014, 14h08

Justiça Eleitoral presta contas das Eleições 2014 à sociedade mato-grossense
Justiça Eleitoral presta contas das Eleições 2014 à sociedade mato-grossense

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) abriu as portas à sociedade, hoje (26), para audiência pública sobre planejamento e prestação de contas das Eleições Gerais 2014. A solenidade foi aberta pelo presidente do TRE, desembargador Juvenal Pereira da Silva, e pela corregedora regional eleitoral, desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas. Na ocasião, os desembargadores atenderam a imprensa e responderam dúvidas sobre o processo eleitoral.

O presidente do TRE-MT destacou que a segurança do pleito está garantida por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com a parceria das Polícias Militar, Federal, Civil, Rodoviária e Corpo de Bombeiros. O desembargador ressaltou o apoio do Exército em 12 municípios de Mato Grosso dentro dos quais estão 21 sessões eleitorais localizadas em aldeias indígenas. O envio da força federal foi aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sessão administrativa realizada no último dia 23.

Sobre a audiência pública, Juvenal Pereira da Silva lembrou que a Justiça Eleitoral está sempre à disposição da sociedade e que a prioridade é a transparência.  "O planejamento foi aprovado e entregue a sociedade um ano antes das eleições e o resultado de sua execução é apresentado durante esta audiência pública. Estamos preparados para as eleições do dia 5 de outubro e para um eventual segundo turno".

A desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas destacou que o Estado tem um histórico de apurar os votos com rapidez, mas que a totalização será feita com cautela e transparência, não comprometendo a totalização. A corregedora agradeceu o empenho dos servidores da Justiça Eleitoral para que o pleito ocorra na mais perfeita ordem e lembrou que estes são os multiplicadores para a conscientização da sociedade quanto à importância de coibir o abuso contra o voto livre e democrático do eleitor.

O Pardal também foi destacado como uma ferramenta inovadora e essencial para a transparência e legalidade do processo eleitoral. "O pardal é mais um instrumento colocado nas mãos dos eleitores, que se tornam fiscais da Justiça Eleitoral. As denúncias estão sendo apuradas com toda cautela e, se forem constatadas ilegalidades, o candidato poderá ser punido mesmo após o pleito eleitoral por meio de cassação do diploma e a perda do cargo público, caso seja eleito", esclareceu Maria Helena Gargaglione Póvoas.

Entre os assuntos discutidos durante a Audiência Pública estão a preparação geral do pleito, propaganda eleitoral, as denúncias da Ouvidoria Eleitoral e votação paralela. Também serão discutidas ações de planejamento da Corregedoria Eleitoral, Escola Judiciária, Diretoria-Geral, Coordenadoria de Controle Interno e Auditoria e Secretárias Judiciária, de Administração e Orçamento, de Gestão de Pessoas e de Tecnologia de Informação.