Segundo turno em Cuiabá exige avaliação criteriosa da capacidade dos candidatos
27 de Outubro de 2012, 08h25
Os cuiabanos vão as urnas neste domingo para escolher o prefeito da capital de Mato Grosso. A campanha por lá foi uma lástima, com muita baixaria e pouca discussão de propostas. Mesmo assim, é importante que os eleitores tentem buscar na memória o que foi dito e procurem fazer uma escolha sensata, comparando as propostas que lembrar e, principalmente, a capacidade de cada candidato.
Não custa lembrar que - apesar das promessas de apoio feitas por senadores, deputados e ministros - quem governará a cidade é o prefeito eleito e é a atuação dele que determinará o resultado final da administração. Ou seja, se ele não tiver capacidade não conseguirá fazer uma boa gestão mesmo que ele tenha todos os políticos do mundo ao seu lado.
Outro fato que nos força a fazer uma análise criteriosa sobre a capacidade individual dos candidatos é a fragilidade das alianças políticas no Brasil. Com ou sem 'alinhamento', estas alianças normalmente elas não resistem a composição do primeiro secretariado.
Fica então a sugestão do Buxixo para que os cuiabanos pensem bem e não se deixem iludir. Como diz a propaganda da Justiça Eleitoral: voto não tem preço, tem consequência.