SUPOSTO CAIXA 2
TRE mantém quebra de sigilo bancário de Selma
27 de Novembro de 2018, 11h43
O pleno do Tribunal Regional Eleitoral- TRE manteve a decisão que determinou a quebra de sigilo bancário da ex-juíza Selma Arruda. A defesa da senadora eleita havia entrado com recurso contra decisão proferida em 206 de outubro.
Os dados bancários de Selma e seu suplente serão utilizados nos procedimentos referentes à ação na qual ela é acusada de caixa 2, protocolada pelos adversários na disputa ao Senado, Sebastião Carlos -Rede e Carlos Fávaro -PSD.
A ação movida por Fávaro e Sebastião aponta que a juíza aposentada teria cometido abuso de poder econômico e caixa 2 na pré-campanha. Ela teria contratado uma agência de publicidade por R$ 1,8 milhão, em abril.
Os pagamentos feitos pela senadora eleita, que não teriam sido declarados, totalizam R$ 700 mil, por meio de cheques que seriam de sua conta pessoal. A conduta é proibida pela Justiça Eleitoral, porque não foram declaradas na prestação de contas da senadora.
Em caso de comprovação sobre o suposto caixa 2, a senadora poderá ter o mandato cassado e se tornar inelegível por oito anos.