Para Sebastião Rezende PR não ficou mais fraco sem Pagot e Éder Moraes
27 de Abril de 2012, 23h25
O deputado estadual Sebastião Rezende (PR) negou que o Partido da República viva uma crise ou tenha ficado mais fraco com as saídas do ex-diretor do DNIT, Luis Antônio Pagot, e do 'ex-tudo' no Governo do Estado, Éder Moraes. "Continuamos com um deputado federal, um senador e sete deputados estaduais. A força política é a mesma e não há crise", afirmou.
Falando à reportagem do GazetaMT, o deputado isentou a direção do partido de culpa nos dois casos. Para ele, as baixas foram frutos de decisões unilaterais dos ex-companheiros de legenda.
"O Pagot disse que saiu para ficar à vontade nos depoimentos que pretende prestar à CPMI do Congresso. Já o Éder decidiu ir para a iniciativa privada e também alegou o desejo de ficar livre de vinculação partidária. Foram decisões pessoais, não havia nada que a direção pudesse fazer nestes casos", avaliou.