Homicídio no Village
População está chocada com brutalidade do assassino, contratado para fazer "segurança"
27 de Setembro de 2019, 08h44
Causou grande comoção e revolta o homicídio da porteira Renecléia Aparecida Bispo, ocorrido no último dia 24, na própria portaria do Condomínio Village do Cerrado, onde também trabalhava o assassino confesso Bruno de Lima Pereira, que era segurança do condomínio de luxo. O crime chocou toda a sociedade local por conta da frieza e da crueldade do homicida, que descarregou duas vezes a sua arma na companheira de trabalho e ainda ficou um tempo no local para ver sua vítima sofrer.
Para alívio geral, o violento homicida já está preso e deve ser julgado para pagar pelo crime bárbaro que cometeu, que teria sido motivado por afirmações desrespeitosas feitas por sua vítima, que certamente estava correta.
Mas se tem uma coisa que muitos já questionaram e que continua preocupando a muitos, é o fato de que essa pessoa passou por um treinamento, conseguiu uma autorização para portar uma arma de fogo e andava tranquilamente com a mesma municiada e certamente poderia ter até cometido outros crimes tão ou mais graves.
O que as pessoas questionam é como um ser violento e claramente com tendências homicidas como esse "segurança" consegue ser aprovado num treinamento e consegue uma autorização para portar uma arma de fogo que coloca a todos em risco constante? Quais são os critérios, que tipo de profissionais analisam o perfil dessas pessoas? Quantas outras pessoas com perfil violento estão neste momento armados por aí, oferecendo risco à sociedade?
É preciso que o assassino confesso seja severamente punido, que seu caso sirva de lição para desencorajar outros que queiram fazer algo parecido, mas é preciso que as autoridades revejam e tornem mais rígidos os mecanismos de avaliação para se entregar uma arma e uma farda à alguém, ou vamos esperar outros casos como esse acontecerem?