Tô nem aí...
Empresa que explora Rotativo trata cidade com desleixo
28 de Janeiro de 2015, 09h46
Pensado para ser uma solução para a falta de vagas de estacionamento na região central da cidade, o Rotativo Rondon tem gerado polêmica e revolta na população, que reclama dos preços abusivos e do descumprimento do decreto municipal que determina a tolerância de 20 minutos antes que a cobrança dos valores seja feita. O resultado é que poucos, e endinheirados, cidadãos estão aprovando o novo sistema e o que mais se vê nos últimos dias são as ruas centrais da cidade vazias.
Ainda não há tempo hábil para uma avaliação mais fundamentada, mas muitos comerciantes já reclamam da diminuição do número de clientes e em suas vendas.
Enquanto a polêmica corre frouxa e o nome do prefeito da cidade é depreciado, a empresa que explora o chamado Rotativo Rondon deixa claro para a população que veio somente para pegar o dinheiro do cidadão que trabalha ou tem negócios a resolver na região central da cidade. A melhor prova disso pode ser vista no parquímetro instalado na avenida Cuiabá, próximo ao Ginásio do EEMOP, onde a empresa, que fatura alto com o estacionamento, sequer teve o cuidado de remover a terra e o entulho resultante da instalação do equipamento.
Ao lado do aparelho de cobrança do estacionamento, também pode se ver um cone velho e quebrado e uma moita de capim, que poderiam ser facilmente removidos pela empresa, bastando para isso um pouquinho de respeito e consideração da mesma com a cidade onde explora o serviço de estacionamento.
A empresa poderá argumentar que a limpeza e a retirada de entulhos das calçadas não seja sua atribuição, mas venhamos e convenhamos, para quem causa o tamanho aborrecimento para a população e fatura alto como ela fatura, isso não seria nenhum grande sacrifício.
Vamos acompanhar....