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Ex-policial é preso por receptação e adulteração de veículo roubado

Ele foi flagrado com um carro que tinha sido roubado no dia 24 de novembro de 2016

por Redação com assessoria PJC/MT

28 de Novembro de 2017, 06h00

Ex-policial é preso por receptação e adulteração de veículo roubado
Ex-policial é preso por receptação e adulteração de veículo roubado

Um homem foi preso pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (Derrfva), da Polícia Civil, nessa segunda-feira (27), em Cuiabá (MT), após ser flagrado com um carro que tinha sido roubado no dia 24 de novembro de 2016. O suspeito é ex-policial militar exonerado da instituição pelo crime de tráfico de drogas.

Segundo a Derrfva, no dia do assalto, a proprietária do veículo, um EcoSport, trafegava por volta das 23h30, nas proximidades do Bairro Consil, quando foi surpreendida por quatro homens em um carro prata. Dois deles desceram armados, pediram para que a vítima saísse e fugiram do local levando o veículo.

A EcoSport branca, placas de São Paulo, foi localizada no Bairro CPA II.  Durante checagem, foi constatado que a placa pertencia a outro automóvel, pois não era correspondente ao chassi.

O condutor do veículo disse aos policiais que era dono de um lava jato e estava indo devolver o carro para o proprietário. A equipe acompanhou o rapaz até a casa do cliente e no local foram atendidos por um homem identificado pelo ex-policial, que confirmou a versão do proprietário do lava jato.

Indagado pelos policiais da Especializada sobre o fato do veículo se tratar de produto de roubo, o ex-PM alegou que comprou o carro de um homem conhecido como Rogerinho, no Bairro Dom Aquino, pela quantia de R$ 20 mil. O restante pagaria de forma parcelada. 

Após o acordo, o ex-policial alegou que não teve mais contato com o vendedor e que estava em posse do EcoSport há cerca de 1 ano. O documento do veículo, apresentado pelo suspeito, aparentava grosseiros sinais de falsificação e foi apreendido acompanhado de uma funcional da Polícia Militar.

O acusado afirmou que o documento era cópia da versão original. Ele responderá pelos crimes de receptação, adulteração de sinal identificador de veículo e uso de documento falso.