feriado violento
Três pessoas foram mortas durante o feriado prolongado em Rondonópolis
Dois homens e uma mulher foram assassinados
28 de Março de 2016, 08h04
A Polícia Militar registrou três homicídios durante o feriado prolongado da Semana Santa, em Rondonópolis. Dois homens e uma mulher foram assassinados.
Na noite de sexta-feira (25), um adolescente de 13 anos é o principal suspeito de ter matado a facadas, o padrasto dele no Bairro Boa Esperança. Carlos Aparecido Ribeiro, 43, foi assassinado dentro da casa onde morava com o acusado e a mãe dele.
Em depoimento a Polícia, o garoto confessou o crime e disse que golpeou o padrasto após ele ter agredido sua mãe.
2º HOMICÍDIO
Na noite de sábado (26), Cicero Antônio da Costa, 45, foi morto a tiros, na Avenida Rui Barbosa esquina com a Rua Floriano Peixoto, no centro de Rondonópolis. Segundo informações da Polícia Militar (PM), dois indivíduos chegaram em uma motocicleta e efetuaram os disparos após entrar em luta corporal com a vitima. Um dos suspeitos acabou ferido com a própria arma e logo depois procurou o Pronto Atendimento (PA).
Servidores da unidade acionaram a PM, assim que o suspeito procurou atendimento médico. Os indivíduos foram identificados por Robson Matias da Silva e Givago Gabriel da Silva Carvalho.
Com o suspeito Givago, os policiais aprenderam um revólver calibre 38 com duas cápsulas deflagradas. O mesmo foi encaminhado a 1ª Delegacia de Polícia.
Já Robson Matias foi transferido para o Hospital Regional devido o estado de saúde ser considerado grave.
3º HOMICÍDIO
Na manhã de domingo (27), o corpo de Isabelli Lima da Silva de 30 anos, foi localizado em um terreno baldio no bairro Morada dos Bandeirantes, em Rondonópolis. Segundo informações da Polícia Militar (PM), uma criança que soltava pipa na região encontrou o cadáver.
De acordo com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), a mulher foi estrangulada e arrastada até o terreno baldio.
Familiares da vítima que estiveram no local afirmaram que o ex-marido dela é o principal suspeito de ter cometido o assassinato.
O caso deve ser investigado pela Polícia Judiciária Civil.