Crise Política
PMDB oficializa rompimento com governo Dilma
Reunião que durou menos de cinco minutos não contou com a presença de Michel Temer
29 de Março de 2016, 15h31
Há poucos foi anunciado pelo Diretório Nacional do PMDB o rompimento oficial com o governo da presidente Dilma Rousseff. A cúpula do partido se reuniu no maior plenário da Câmara dos Deputados por volta das 15h. O vice-presidente da República, Michel Temer não esteve presente na reunião alegando que não queria interferir na decisão dos demais.
A reunião que durou menos de cinco minutos, foi presidida pelo senador Romero Jucá que anunciou decisão que aconteceu por meio de aclamação. O diretório também determinou a entrega dos cargos dos seis ministros do partido e os filiados que ocupam outros postos no Executivo federal. Caso haja descumprimento desta orientação, o partido alegou penalizações como sanções e expulsão dos membros.
Com o rompimento, se agrava a crise política do governo e decisão ainda reflete no processo de impeachment de Dilma. Tal decisão pode influenciar outros partidos da base aliada.
Temer continuará na Vice-Presidência da República sob o argumento de que foi eleito pela população na chapa de Dilma e de que não ocupa, portanto, cargo de submissão à presidente.
Há poucos foi anunciado pelo Diretório Nacional do PMDB o rompimento oficial com o governo da presidente Dilma Rousseff. A cúpula do partido se reuniu no maior plenário da Câmara dos Deputados por volta das 15h. O vice-presidente da República, Michel Temer não esteve presente na reunião alegando que não queria interferir na decisão dos demais.
A reunião que durou menos de cinco minutos, foi presidida pelo senador Romero Jucá que anunciou decisão que aconteceu por meio de aclamação. O diretório também determinou a entrega dos cargos dos seis ministros do partido e os filiados que ocupam outros postos no Executivo federal. Caso haja descumprimento desta orientação, o partido alegou penalizações como sanções e expulsão dos membros.
Com o rompimento, se agrava a crise política do governo e decisão ainda reflete no processo de impeachment de Dilma. Tal decisão pode influenciar outros partidos da base aliada.
Temer continuará na Vice-Presidência da República sob o argumento de que foi eleito pela população na chapa de Dilma e de que não ocupa, portanto, cargo de submissão à presidente.