JACIARA

Empresário e funcionários de concessionária são presos por venda ilegal de postes de energia

Cada funcionário efetuou o pagamento da fiança no valor de R$ 1 mil e o empresário pagou a fiança arbitrada em R$ 5 mil

por Rondonópolis, MT - Sirlei Alves / com assessoria PJC/MT

29 de Março de 2019, 13h05

Empresário e funcionários de concessionária são presos por venda ilegal de postes de energia
Empresário e funcionários de concessionária são presos por venda ilegal de postes de energia

Postes apreendidos pelos investigadores nos fundos do restaurante. (Foto: divulgação PLC/MT)Um empresário, de 36 anos, do ramo de restaurante e hotelaria, e cinco funcionários da empresa Energisa foram presos pela Polícia Civil, nessa quinta-feira (28), no município de Jaciara (MT), por receptação e apropriação indébita, respectivamente. Os suspeitos estavam envolvidos em um esquema de desvios de postes de concreto de energia elétrica, da concessionária, para revendas.

A Polícia Civil informou que as diligências iniciaram depois que um representante da empresa Energisa Soluções e Construções procurar a delegacia. Ele relatou que um restaurante, situado às margens da Rodovia BR-364, que estaria vendendo sem autorização, cinco postes da empresa pelo valor de R$ 250 cada.

De acordo com comunicante, o proprietário do restaurante disse que emprestou o espaço a pedido dos funcionários da Energisa. O representante da empresa estranhou o fato, pois não havia obras naquela região, tendo apenas no centro da cidade de Jaciara.

Conforme apurado, os cinco funcionários utilizaram um caminhão da própria empresa com rastreador, para fazer a entrega dos postes ao empresário, o qual era quem negociava os postes a terceiros.

Diante dos fatos e indícios de crime, os policiais civis localizaram os cinco funcionários e o empresário, que foram conduzidos à Delegacia de Jaciara, e ouvidos pelo delegado Claudemir Ribeiro de Souza.

Após interrogatórios os funcionários foram autuados por apropriação indébita e o empresário responderá por receptação. Por se tratar de crimes afiançáveis, cada funcionário efetuou o pagamento da fiança no valor de R$ 1 mil e o empresário pagou a fiança arbitrada em R$ 5 mil.

Os envolvidos responderão ao inquérito policial em liberdade.