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Rezende defende unidade e diz que Wellington é o 'candidato preferencial' do PR em Rondonópolis

Em entrevista ao GazetaMT o deputado estadual reafirmou que e pré-candidato, mas disse não ver clima para racha interno.

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29 de Abril de 2012, 07h42

Rezende defende unidade e diz que Wellington é o 'candidato preferencial' do PR em Rondonópolis
Rezende defende unidade e diz que Wellington é o 'candidato preferencial' do PR em Rondonópolis

O deputado estadual Sebastião Rezende (PR) disse esta semana que mantém sua pré-candidatura a prefeito de Rondonópolis, mas adotou um discurso conciliador em relação aos concorrentes diretos - o vereador e presidente da Câmara, Ananias Filho, e o também deputado estadual Nininho.

Exercendo o terceiro mandato na Assembleia Legislativa e reconhecido pela força entre os eleitores evangélicos, Sebastião Rezende foi o último republicano a entrar na corrida pela Prefeitura de Rondonópolis. O fato gerou uma pequena crise interna, já que, além dos concorrentes, alguns líderes do partido consideraram que a entrada tardia tumultuava o processo. Rezende considera a situação superada e diz que hoje não vê motivos para divisões no PR.

"Estou firme e continuo trabalhando para que o meu nome seja o escolhido, mas independente do resultado não acredito que tenhamos um racha no partido. Temos ainda um bom tempo para discutirmos isso até as convenções e o PR sairá unificado deste processo. Quem vencer deverá ter o apoio dos outros", afirmou Rezende ao GazetaMT.

O deputado falou também sobre sua relação com o presidente regional do PR, o deputado federal Wellington Fagundes. Ele não poupou elogios ao parlamentar, disse que tem muito carinho pela família dele e voltou a apontar Fagundes como o candidato preferencial do partido.

"O Wellington é um líder dentro e fora do PR e, sem dúvida, pode fazer um excelente trabalho na Prefeitura. Ele reúne todas as condições para liderar esse processo de recuperação da Cidade e terá nosso apoio se entender que deve disputar a eleição. Ele já declarou que apoiará quem o partido escolher, mas continua sendo o candidato preferencial entre nós", finalizou Rezende.