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Presidente do DEM de Rondonópolis também abandona Taques e vai de Riva

O pedetista já perdeu o candidato ao senado Jayme Campos (DEM) e por todo o estado lideranças têm abandonado o barco do senador

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29 de Julho de 2014, 16h45

Presidente do DEM de Rondonópolis também abandona Taques e vai de Riva
Presidente do DEM de Rondonópolis também abandona Taques e vai de Riva

Esse início de campanha eleitoral não está anda fácil para o senador Pedro Taques (PDT), candidato a governador pela coligação 'Coragem e Atitude Pra Mudar'. O pedetista já perdeu o candidato ao senado Jayme Campos (DEM) e por todo o estado lideranças têm abandonado o barco do senador.

Em Rondonópolis, o presidente do diretório municipal do Democratas (DEM) de Rondonópolis, o empresário Israel Borges, se disse 'liberado' com a desistência de Jayme de disputar a reeleição pela coligação de Taques e já foi visto acompanhando a caravana do também governável José Riva (PSD), principal adversário do pedetista.

"Ainda não há uma definição de o DEM analisa se vai mesmo caminhar com o Taques ou se legalmente podemos sair para outra coligação. Em Rondonópolis está sem dono", afirmou Israel, referindo-se ao fato de o partido não ter lançado candidatos na cidade e ter recebido a liberdade de apoiar quem bem entendesse.   

Israel Rolamentos, como é conhecido, afirmou não ter decidido em definitivo a quem apoiar para governador, mas deixou claro que abandonou Taques. "Eu fui convidado por Riva para fazer parte da sua caravana e aceitei na hora. Ainda não definimos uma posição oficial, mas tem uma grande tendência de apoiarmos o Riva", disse.

Candidato a deputado federal nas eleições de 2010, quando obteve a expressiva votação de 12.298 votos, Israel é ligado ao meio evangélico e já anunciou seu apoio para o também evangélico Victório Galli (PSC) para federal e para o deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho, para estadual.

Quanto ao seu futuro político, Israel desconversa, mas não nega que ainda pretenda vir a disputar um cargo eletivo. "Não podemos dizer nem que sim e nem que não. A gente gosta de política e o futuro a Deus pertence, então vamos aguardar", concluiu.