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Advogada contrai a Covid, passa 17 dias na UTI, mas não resiste

A profissional tinha 12 anos de profissão e 'tocava' um escritório juntamente com o sobrinho e sócio na cidade de Várzea Grande

por Karollen Nadeska, de Cuiabá

29 de Julho de 2020, 15h07

Reprodução
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A advogada Antônia Rosa Perin, de 40 anos, que ficou cerca de 17 dias internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), devido ao diagnóstico da Covid-19, não resistiu as complicações e veio a óbito na madrugada desta quarta-feira (29).

Ela era sócio de um escritório de advocacia em Várzea Grande, junto ao sobrinho e segundo sócio do negócio. Foi ele quem comunicou aos amigos sobre a morte da tia.

“Hoje perdemos mais uma guerreira, mas o céu ganhou uma estrelinha, agradeço a todos que durante esses dias estiveram conosco em corrente de oração. Certamente ela está nos braços do pai”, disse em homenagem.

A Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Mato Grosso (OAB-MT), lamentou a morte da profissional por meio de uma nota.

“A OAB - Seccional Mato Grosso endereça à família suas profundas condolências em nome da advocacia mato-grossense”, diz trecho da nota.

A advogada com 12 anos de profissão, formada pela Universidade de Cuiabá, iniciou a carreira em 2008. Atuou um período como advogada do Conselho Regional de Farmácia. Especialista em Direito do Trabalho, atuava também na área do Direito Cível e do Consumidor.

Por conta das medidas de biossegurança, a família informa que não haverá velório. O sepultamento ocorrerá no Cemitério Recanto da Paz, em Várzea Grande, cidade onde ela nasceu.