Diferenças entre a loja da Havan e as obras públicas em Rondonópolis
29 de Agosto de 2013, 07h36
Em fevereiro deste ano o diretor-presidente do grupo Havan, Luciano Hang, esteve em Rondonópolis para anunciar a implantação de uma loja no município. Ele deu detalhes do projeto e, para surpresa de muita gente, afirmou que a unidade teria 10 mil metros de área construída e estaria pronta num prazo de seis meses.
Contrariando os céticos, a loja será inaugurada neste final de semana. A construção, imponente, está localizada no final da avenida Fernando Correa da Costa e chama a atenção de todos não só pela beleza ou dimensões. O que mais impressiona os rondonopolitanos é a rapidez na execução do empreendimento - o que tem gerado inevitáveis comparações com algumas obras públicas no município.
Explicar a disparidade não é muito difícil. Basta lembrar que, diferente do que ocorre com as obras públicas no município (escolas, pavimentação, travessia urbana etc.), a loja da Havan foi projetada por engenheiros competentes, fiscalizada pelos proprietários e construída com recursos que não dependeram da 'intermediação' de deputados. O dinheiro que saiu dos cofres da empresa chegou inteiramente à obra, sem 'pedágios'.
Quem sabe agora, com um exemplo concreto, os rondonopolitanos se convençam de que há algo muito podre no nosso meio político...