SEM CANDIDATO

Intenções de branco/nulo crescem entre eleitores brasileiros

por GazetaMT

29 de Agosto de 2016, 07h26

Intenções de branco/nulo crescem entre eleitores brasileiros
Intenções de branco/nulo crescem entre eleitores brasileiros

Os quatro anos que separam as eleições de 2012 e 2016 foram marcados por acontecimentos que mudaram o cenário político do país.

No plano econômico, a situação ia relativamente bem em 2012, com o PIB variando 2,5%, percentual menor que o registrado em 2010 e 2011, mas mesmo assim, num cenário de expansão quando comparado com 2016.

A Operação Lava-Jato, que levaria políticos e empresários para trás das grades, sequer existia em 2012. A primeira fase da Operação só ocorreu em 2014.

Os grandes eventos também ainda engatinhavam ou estavam em fase de obras. Em 2012, o país se preparava para receber a Copa do Mundo de 2014 e hoje acabamos de sediar as Olimpíadas de 2016.

As Jornadas de 2013, como ficaram conhecidas as manifestações que tomaram conta dos grandes centros do país, assustaram o campo político. Após aquelas manifestações, outras voltaram a acontecer próximo à realização da Copa e, em 2015, após a reeleição da presidente afastada Dilma Rousseff (PT).

No campo político, mais mudanças. A minirreforma reduziu o período de campanha de 90 para 45 dias e acabou com o financiamento de campanha.

A forte rejeição de políticos tradicionais ou mesmo em relação a "tudo que está aí", como alguns eleitores preferem afirmar, demonstra os desafios das campanhas para este ano.

Este cenário, como apontam cientistas políticos, tende a ser melhor para candidaturas de pessoas mais conhecidas do público e/ou candidatos com mais recursos próprios para bancar suas campanhas.

Seja como for, o fato é que há um clima de maior rejeição nas ruas.

 

Com informações G1

Os quatro anos que separam as eleições de 2012 e 2016 foram marcados por acontecimentos que mudaram o cenário político do país.

No plano econômico, a situação ia relativamente bem em 2012, com o PIB variando 2,5%, percentual menor que o registrado em 2010 e 2011, mas mesmo assim, num cenário de expansão quando comparado com 2016.

A Operação Lava-Jato, que levaria políticos e empresários para trás das grades, sequer existia em 2012. A primeira fase da Operação só ocorreu em 2014.

Os grandes eventos também ainda engatinhavam ou estavam em fase de obras. Em 2012, o país se preparava para receber a Copa do Mundo de 2014 e hoje acabamos de sediar as Olimpíadas de 2016.

As Jornadas de 2013, como ficaram conhecidas as manifestações que tomaram conta dos grandes centros do país, assustaram o campo político. Após aquelas manifestações, outras voltaram a acontecer próximo à realização da Copa e, em 2015, após a reeleição da presidente afastada Dilma Rousseff (PT).

No campo político, mais mudanças. A minirreforma reduziu o período de campanha de 90 para 45 dias e acabou com o financiamento de campanha.

A forte rejeição de políticos tradicionais ou mesmo em relação a "tudo que está aí", como alguns eleitores preferem afirmar, demonstra os desafios das campanhas para este ano.

Este cenário, como apontam cientistas políticos, tende a ser melhor para candidaturas de pessoas mais conhecidas do público e/ou candidatos com mais recursos próprios para bancar suas campanhas.

Seja como for, o fato é que há um clima de maior rejeição nas ruas.