2 anos após o crime

Gabriel de Paula é condenado a 20 anos pelo assassinato de jovem na frente de uma faculdade

O crime aconteceu em plena luz do dia, no horário de saída dos alunos e com a presença de várias testemunhas

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29 de Agosto de 2017, 07h51

Gabriel de Paula é condenado a 20 anos pelo assassinato de jovem na frente de uma faculdade
Gabriel de Paula é condenado a 20 anos pelo assassinato de jovem na frente de uma faculdade

Antônio Gabriel de Paula Pereira. Foto: PM-MTAntônio Gabriel de Paula Pereira foi julgado e condenado nesta segunda-feira (28) no Tribunal do Júri de Rondonópolis pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo. A sentença foi anunciada pelo juiz Wladymir Perri.

O réu foi condenado a 20 anos de reclusão em regime fechado pelo assassinado do jovem Maurício Medeiros de Souza, de 30 anos, que morreu após ser baleado em frente à Universidade Anhanguera, em outubro de 2015.

O crime aconteceu em plena luz do dia, no horário de saída dos alunos e com a presença de várias testemunhas.

Entenda o Caso

Maurício foi baleado e socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao Hospital Regional. De acordo com as informações, ele morreu ao dar entrada no centro cirúrgico. O rapaz recebeu três tiros à queima-roupa, uma das balas perfurou o tórax e causou uma hemorragia interna.

O suspeito de atirar em Maurício, conforme está registrado em Boletim de Ocorrência (BO), era Antônio Gabriel de Paula Pereira (31), morador de Alto Taquari, e que se mudou para Rondonópolis há pelo menos um ano para cursar Engenharia Civil na Universidade.

A principal linha de investigação da polícia na época era de crime passional. De acordo com as informações, a vítima estaria tendo um caso há 6 meses com a ex-namorada do suspeito.

Sempre conforme está relatado no Boletim de Ocorrência (BO), Maurício, que dirigia uma Saveiro, foi fechado pela camionete Toyota Hilux que era conduzida pelo acusado, na rotatória próxima à universidade. Os dois teriam então saído do carro e iniciado uma luta corporal, chegando até o portão da universidade.

Testemunhas relataram que Antônio sacou a arma e atirou na vítima sem nenhuma chance de defesa.